Psicoterapia corporal A cura do trauma na eterna presenca do agora
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Vassilis Christodoulou
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Psicoterapia corporal A cura do trauma na eterna presenca do agora
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Hakabooks, S.C.P.
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9788418575013
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1
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CHF 7.00
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Recht, Beruf, Finanzen
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Portuguese
Em alguns casos, traumas surgem diante de ns, como objetivos criados h? muito tempo e que n?o podemos mais ignorar. Em muitos casos, porm, teremos que fazer um trabalho preliminar, teremos que abrir caminho, desarmar os obst?culos que bloqueiam o caminho, ou construir, para criar apoios e pontes que abram o caminho para o trauma e a cura. Uma pessoa equilibrada uma pessoa saud?vel e um estado de equilbrio din?mico um estado saud?vel para se estar. Qualquer coisa que perturbe o equilbrio, n?o importa o qu?o profundo seja na escurid?o do inconsciente, mostrar? sinais de vida. Quanto mais demorarmos para enfrentar o trauma, mais difcil ser? rever um caso que pens?vamos estar encerrado.No passado, nossa tendncia de fugir o mais r?pido possvel da dor do trauma era a resposta adequada e, de fato, poderia at mesmo nos salvar. No momento, entretanto, temos novos recursos e mais op?es. Ns nos agarramos como sobreviventes de naufr?gios ? velha jangada em runas, castigada pelos mares tempestuosos de nossa inf?ncia e incapazes de ver as ?guas calmas para as quais estamos indo. A frmula que experimentamos e que antes funcionava para ns n?o mais essencial ou simplesmente n?o o mtodo certo quando ns e o mundo ao nosso redor mudamos. Quando nos recusamos a reconhecer um sentimento de desconforto como um prenncio de outra coisa, podemos esperar outros tipos de estados, talvez menos persistentes, mas mais claros: ataques de p?nico que aparecem inesperadamente, depress?o que nos priva da alegria de viver, fobias que eles limitam nosso espao vital, e outras doenas fsicas que procuram desesperadamente, antes do abrao final da morte, nos deixar saber o que est? acontecendo nas profundezas de nosso ser ...S?o essas coisas que nos limitam e assustam, e apesar de tudo s?o as que nos mostram novos caminhos e possibilidades. Permaneceremos na 'segurana' familiar ? qual a criana se agarra ou, como adultos, tomaremos a criana assustada pela m?o e, com a terapia que oferecemos, a conduziremos para a luz do dia?